Segui a minha imagem e entrei.
Foi nesse bosque de frescura verde, ondulante, onde riscos de luz atravessavam o ar perfumado que me deitei numa cama de folhas. Apertei a erva com as mãos, ouvi os pássaros, senti o odor da humidade. Esqueci o tempo intemporal.
As copas das árvores rendilhavam o céu azul, o infinito.
Nesta solidão acompanhada ouvi a terra calada a cantar-me uma canção.
Foi assim que acordei.
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